donna deaOs muitos anos de aprofundamento através de estudos e pesquisas permitiram-me desenvolver e enriquecer o meu próprio método para conduzir as danças, tornando-as também um instrumento terapêutico. Os projetos que utilizo tendo como base principal esta finalidade estão voltados para os temas relacionados com mundo feminino, a elaboração do luto, a superação do medo e o perdão.

Dedico especial atenção ao universo feminino com o projeto “A cura da mulher”.

O mesmo prevê uma gama de encontros com temas específicos, tais como:
“Seja como você é”,
“Descubra a Deusa que está dentro de você”
“A busca do “Ser Mulher” numa existência sem filhos
“Não podemos sorrir para o futuro, se tivermos ainda os olhos cheios de lágrimas pelas mágoas do passado”.
“Toda cicatriz é uma marca no corpo e na alma. Olho para as minhas cicatrizes, grandes e pequenas, superficiais e profundas, perto e longe do coração: cicatrizes visíveis e invisíveis”.

Este último tema merece um maior esclarecimento porque elaborar uma cicatriz não é tão fácil, pois, elas falam de nós mesmas; é parte do nosso ser, recordam que na nossa história pessoal algo aconteceu e provocou mudanças. Uma cirurgia, uma doença, um acidente, um parto traumático, um aborto ou a violência, deixam marcas profundas na psique feminina e são sinais não apenas de uma experiência do passado, mas, sobretudo, a memória de um caminho doloroso que suscita um sofrimento significativo para o corpo e para alma. São, portanto, cicatrizes invisíveis, como por ex., as deixadas pela não possibilidade de gerar filhos ou pelas frustrações, mas, que penetram no mais profundo do ser.

As cicatrizes não são todas iguais, cada uma tem suas próprias características, mas, existe entre elas algo em comum, ou seja: “depois de” nada é como antes! O desafio é, juntamente com as feridas que as provocaram, removê-las da lembrança e dessa forma torná-las um símbolo de renascimento, vitalidade, coragem, e, portanto, ser capaz de voltar a viver com gosto, alegria, plenitude e satisfação, também, na esfera da feminilidade e da ‘intimidade.
Estes seminários reservados especialmente para as mulheres são dinamizados pela potência e eficácia da linguagem não verbal, ou seja: a dança, os gestos e a arte. De acordo com a necessidade, estão previstos momentos para a partilha de experiências.
O projeto relacionado ao luto tem uma grande importância para mim. A utilização da dança na sua elaboração, veio da inspiração dos escritos de Elisabeth Kuebler Ross.
A vida se transforma continuamente. Passamos de um estágio para o outro mais ou menos inconsciente. Muitas vezes o catalisador para esta transformação é um momento de crise ou doença, que age como um sinal de alerta para nos indicar que algo precisa ser mudado em nossos hábitos e consequentemente na nossa maneira de ser e agir.
Durante o processo de transformação passamos por diversas etapas, as quais, umas podem durar alguns meses, e outras, que para ultrapassá-las e alcançarmos um novo estágio e equilíbrio, são necessários vários anos e a dança é uma ótima ferramenta para acelerar o processo de elaboração. Graças aos passos e gestos, podemos melhorar a consciência corporal e obter alguma ajuda para entender em que fase estamos no processo de “cura”. Também, a atenção para o nosso mundo interior, a aceitação de nós mesmas, de como somos e ouvir os nossos sentimentos, são muito importantes este processo.
Com os seminários:
“A doença… e agora?”
“Caminhar em direção à vida, para superar a dor através da dança” e a
“Transformação, metamorfose”

Proponho uma ajuda para as pessoas que estão em um momento delicado de suas vidas.

Os seminários sobre o tema perdoar fazem referência ao perdão, assunto que responde as situações difíceis, nas quais vivem os homens e mulheres de hoje, interiormente lacerados e incapazes de reconciliarem-se consigo mesmos e com os outros.

Você pode estar fazendo a pergunta se todas as danças meditativas são curativas. Muitas pessoas apreciam as danças circulares para viverem uma experiência não verbal; no entanto, também acredito, que as tentativas de interpretar o sentimentos e os estados de espírito evocados através da dança, em um nível racional, podem contribuir para a harmonia e o equilíbrio emocional. A dança é uma forma de identificar os sentimentos.

ruotadelladeaMuitos autores escreveram sobre a relação que há entre a doença e a pessoa, considerando-a em sua complexidade. Todos são unânimes em afirmar que o ser humano deve ser visto em sua totalidade, enfatizando que a desarmonia entre o “corpo – espírito – alma” desempenha um papel importante na doença e, que, a mesma deve ser vista como oportunidade de desenvolvimento.
Saúde, entre outras palavras quer dizer, recuperar o seu “centro”, restaurar o equilíbrio.
As danças meditativas, danças de cura podem nos ajudar a recuperar esse equilíbrio.
Para meiores informações me escreva!